A ORAÇÃO DE ESPERA

Há algum tempo atrás, eu estava folhean¬do uma velha Bíblia muito amada e já cheia de orelhas, que eu não utilizava já havia algum tempo, quando dei com alguns peque¬nos pedaços de papel, recortados em forma oval. Sorri, ao relembrar-me do que se tra¬tava.
Quando meu filho Peter John era pequeno e eu passava por aquela fase típica de todas as mães de preocupar-me com ele em dema¬sia, deparei com um artigo escrito pelo Dr. Glenn Clark, onde, com uma simplicidade quase infantil, ele ensinava como agir em tais situações.
Na questão da oração em favor dos filhos, dizia ele, parte da dificuldade reside na demora, no tempo necessário para a lenta maturação de nossas petições. Mas este é o método de Deus para os processos da nature¬za. Por exemplo, uma galinha tem que chocar os ovos pacientemente, durante o tempo de incubação, e somente depois é que nascem os pintinhos.
Com essa ilustração em mente, o Dr. Clark sugeria que os pais passassem alguns minutos por dia, durante uma semana, pen¬sando nos seus anseios profundos com rela¬ção ao futuro dos filhos. Após escrevê-los num pedaço de papel, deviam pedir a Jesus que lhes revelasse seus planos para eles; retiramos tudo que fosse superficial ou egoístico, até conseguir chegar ao cerne dos dese¬jos e aspirações do Espírito para cada filho, em particular.
A seguir, continuava o Dr. Clark, escre¬vam esses anseios, em forma de petição, usando para isso papéis cortados em formato oval. Entreguem então as orações ao Pai, para que as responda no tempo e do modo que ele desejar. Para auxiliar a visualização da idéia de que as respostas podem demorar bastante para se concretizar, coloquem as folhas de papel entre as páginas da Bíblia, o que simbolizará o ato de deixar tudo aos cuidados de Deus.
Resolvi seguir a sugestão, mas não co¬mentei nada com ninguém, com receio de parecer tola. Entretanto, hoje eu penso exa¬tamente o contrário. Creio que aqueles peda¬cinhos de papel falam de um princípio espi¬ritual muito profundo. Pois quando encontrei os pedidos em minha Bíblia velha, descobri que o Pai, terno e amoroso, havia atendido a cada um deles.
Por quê? O que haveria naquela forma de oração que Deus a honrara tão maravilhosa¬mente? Certamente, não fora o fato de eu haver recortado aquelas folhas de papel, naquele formato, e também não havia poder algum em terem sido colocadas entre as páginas de uma Bíblia. Enquanto meditava nisso, ocorreu-me que parte do segredo esta¬va na espera. A espera, em si, se posta em prática de acordo com o método bíblico, parece ser um estranho mas dinâmico meio de comunicação entre o homem e Deus.
A espera sempre tem um papel muito relevante no desenrolar da história do rela¬cionamento de Deus com o homem. Ela é o método divino — que o Senhor utiliza fre¬qüentemente — para nos ensinar que o seu poder é real e que ele pode responder nossas orações sem quaisquer interferências ou ma¬nobras nossas.
Todavia, é tão difícil para nós remover do caminho a nossa vontade e o nosso senso de tempo. Muitas vezes agimos como a crian¬ça que leva um brinquedo ao pai para que es¬te o conserte . O pai toma o brinquedo, e, de bom grado, começa a consertá-lo. Alguns ins¬tantes depois, a impaciência infantil começa a se revelar. Por que está demorando tanto?
A criança fica ali por perto, atrapalhan¬do o trabalho do pai, fazendo observações desnecessárias, ou críticas tolas. Finalmen¬te, esgotada sua paciência, ela arranca o brinquedo das mãos do pai, e sai correndo, dizendo amargamente que já sabia que ele não conseguiria mesmo consertá-lo. Talvez ele nem queira consertar brinquedos.
Por outro lado, sempre que confiamos no Pai o bastante para deixarmos o "brinquedo quebrado" aos seus cuidados, não só even¬tualmente o receberemos de volta conserta¬do, mas obteremos uma surpreendente bênção adicional. E descobriremos, por nós mesmos, o que os santos e místicos afirmam: que durante o sombrio período de espera, quando todo o esforço pessoal cessa, há em nós um espantoso surto de crescimento espiritual. Depois, notamos em nós qualidades, acres¬centadas, como: mais paciência, maior amor pelo Senhor e pelos que nos rodeiam, mais capacidade de ouvir sua voz, maior disposi¬ção de obedecer.
O divino Agricultor tem estado a ensinar-nos a lição da vida na Videira. Durante esse período de espera (que para a alma é como uma noite negra) aprendemos o grande se¬gredo de permanecer. Permanecer na videi¬ra é a chave que abre os tesouros celestes. (Jo 15.1-8.)
Nosso condicionamento humano nos faz pensar que a espiritualidade consiste em algo que fazemos. "Não é assim", diz Jesus, "é a minha vida em você." O ramo da videira não precisa se esticar e se esforçar para crescer e produzir fruto. Seu papel é simples¬mente permanecer ligado à Videira, e ficar ali para que a seiva — que lhe dá vida — possa circular através dele. Somente então é que podemos produzir "muito fruto".
Jesus também falou bastante acerca dos cronogramas de seu Pai; o princípio de que existe uma certa seqüência e um determina¬do índice de crescimento para tudo, na natu¬reza que ele criou.

"...primeiro a erva, depois a espiga, e, por fim, o grão cheio na espiga." (Mc 4.28.)

"O tempo está cumprido e o reino de Deus está próximo", disse Jesus. E quando alguns discípulos tentaram forçá-lo a agir prematu¬ramente: "O meu tempo ainda não chegou..." (Jo 7.6). E mais tarde, quando as sombras se adensavam ao redor da cruz: "O meu tempo está próximo" (Mt 26.18). Sempre falando de seu tempo. Mas nós queremos forçar as coisas e apressar a programação divina, com riscos para nós mesmos.
Deus realmente tem uma "plenitude dos tempos" para responder a cada oração. Se¬gue-se então que somente ele conhece a di¬mensão das transformações que precisam ser operadas em nós antes que possamos ver nossos anseios realizados. Somente ele sabe das mudanças e operações externas que têm de ocorrer antes que nossa oração possa ser respondida. Foi por isso que Jesus disse: "Não vos compete conhecer tempos ou épo¬cas que o Pai reservou para sua exclusiva autoridade." (At 1.7.)
Portanto, o Senhor parece estar constan¬temente usando a espera como um instru¬mento para nos dar os melhores de seus dons. Ele deixou os filhos de Israel esperarem durante várias gerações, até que ocorresse sua libertação da escravidão do Egito. Por causa de sua desobediência e obstinação, eles tiveram que aguardar quarenta anos para entrar na terra prometida. A espera foi a tônica do exílio. Toda a história do Velho Testamento se resume em paciente espera pela "plenitude dos tempos", pelo momento do nascimento do Salvador. E após a ascen¬são de Jesus, os que se reuniram no Cenáculo tiveram que esperar dez dias pela vinda do Espírito Santo.
Não é de se admirar que algumas das promessas de Deus sejam condicionadas a uma espera confiante do tempo de Deus:

"Bom é o Senhor para os que esperam por ele." (Lm 3.25.)

"Os que esperam no Senhor possuirão a terra." (Sl 37.9.)

"Mas os que esperam no Senhor re¬novam as suas forças, sobem com asas como águias, correm e não se cansam, caminham e não se fatigam." (Is 40.31.)

"Porque desde a antigüidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espe¬ra." (Is 64.4.)

"E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos." (Gl 6.9.)

A espera parece ser uma espécie de dramatização da oração, exigida de nós com freqüência e honrada por Deus, coisa que só vim a entender depois que descobri a notável "musculatura" espiritual de fé que ela forma em nós. Pois não é verdade que a espera exige paciência, persistência, confiança e senso de expectação, todas elas qualidades que pedimos continuamente a Deus?
Lembro-me de certa ocasião quando o Senhor me ordenou que permanecesse de lado, aguardando pacientemente, sem dizer nada, a solução de um problema, embora estivesse convencida de que a conhecia. Mesmo numa situação de pequena amplitu¬de, eu deveria aguardar a hora determinada por ele, enquanto ele atuava em outro cora¬ção humano. Foi uma experiência grandiosa esperar em atitude de serenidade.
Havia quase dois anos que eu não via Helen. Seu telefonema chocou-me profunda¬mente, pois ela me disse que Steve, seu marido, iria abandoná-la para unir-se a uma mulher mais jovem. Ela desejava conversar comigo.
"Por favor, Catherine, posso ir falar com você?"
"Helen, eu não tenho muita habilidade para conselheira matrimonial", respondi.
"Mas você pode orar comigo?"
Isso eu podia fazer, e disse-lhe que sim, sem saber a forma estranha que aquela oração iria tomar.
Quando Helen se apresentou à porta de minha casa em Boynton Beach, na Flórida, olhei para ela com o coração pesado. Ela estava vestida descuidadamente, os olhos sem brilho e irritados de tanto chorar. Estava com excesso de peso e seu cabelo louro avermelhado precisava de mais trato.
Logo que nos acomodamos no sofá do living, Helen lançou-se no relato de uma história que girava em torno de um só tema: ela estava continuamente se depreciando. Eles tinham tido três filhos, mas Steve quise¬ra mais. Ele passava horas e horas diante do televisor, mas também ela nunca fora muito boa para uma conversa. Havia anos que ele não a convidava para sair, mas ela não se importava muito. Helen não estava certa de quem era a outra mulher, mas sem dúvida seria uma jovem mais interessante que ela, e assim por diante.
E enquanto ela falava, descobri subita¬mente qual era a causa da dificuldade. Não que se precisasse de muita perspicácia para reconhecê-la. Desde o momento em que He¬len entrara, estivera a declarar, em alto e bom som, qual era a raiz do problema. A verdade é que ela não gostava de si própria. E no instante em que compreendi isto, tive outra revelação: eu não deveria dizer nada. O Senhor falou claramente ao meu coração que eu teria que esperar. Teria que guardar para mim aquela revelação até que o Senhor a comunicasse também a Helen, na hora aprazada e do modo mais adequado. O autocontrole que aquilo exigiu de mim foi imenso, pois ela ficou ali duas horas, expressando, de diversas maneiras, uma verdade que eu já conhecia. Mas incrível também foi o senso de expectação que tive ao observar a operação divina. Ele trouxera Helen até mim com o objetivo único de dar-lhe tempo — tempo para raciocinar com coerência e com lógica acerca de seu problema. Meu papel ali era apenas ajudá-la a conservar os pensamentos na trilha certa. Helen precisava alcançar um entendimento de si própria, por si mesma, e o Senhor estava-me dando uma dose sobrena¬tural (pelo menos para mim) de paciência, enquanto encaminhava seu raciocínio ao ponto certo, com muito carinho.
Com este dom da graça, as duas horas se escoaram rapidamente, tal o suspense que se apoderou de mim diante da gloriosa antevisão do que estava para acontecer. Aqueles momentos foram passados numa mistura de conversa, leitura bíblica, silêncio e atenção às palavras dela. Por fim, Helen perguntou-me se poderia ir ao jardim, e ficar a sós uns instantes.
Quando regressou, as palavras se derra¬mavam de seus lábios.
"Aquele versículo, Catherine, que diz que Jesus nos amou antes que nós o amássemos — ultimamente tem sido tão difícil acreditar que alguém me ama. Mas lá no jardim eu fiquei pensando. Quando nós realmente cre¬mos que Deus nos ama pessoalmente, então temos que amar a nós mesmos também."
Acenei com a cabeça, concordando, não me atrevendo a dizer nada, e ela prosseguiu.
"Bem, ocorreu-me então que, de certo modo, eu o tenho desonrado, por ter-me descuidado de mim mesma e da casa. Quero dizer, meu aumento de peso, refeições simpli¬ficadas, camas sempre por fazer..."
E enquanto eu a escutava, maravilhava-me da operação de Deus. Se eu tivesse procurado dizer a Helen aquelas coisas, no papel de amiga dando conselho, era bem pro¬vável que ela se ofendesse ou, quando muito, que aceitasse minhas sugestões com certa relutância. Desnecessário é dizer que, tal descoberta não resolveu o problema de He¬len, da noite para o dia; seguiram-se muitos meses de duras provações. Mas, eventual¬mente, depois que ela pôs em ordem a casa e a si mesma, varreu do coração os ressenti¬mentos e as irritações abafadas, e passou a enxergar-se a si mesma como uma pessoa preciosa aos olhos de Deus, o casamento também foi salvo. Fiquei sabendo disso um ano depois, quando recebi um interurbano dela.
"Achei que você iria gostar de saber, Catherine; eu e Steve estamos juntos nova¬mente. Estamos viajando. É uma espécie de segunda lua-de-mel. Passamos horas e horas conversando..."
Então a Bíblia valoriza a espera, em parte porque o exercício dela exige qualidades que Deus quer cultivar em nós — como a paciên¬cia, de que eu preciso tanto. Mas há uma outra razão. A espera tem uma função; re¬presenta a união de Deus com o homem para a obtenção de um fim desejado, e este fim é sempre uma manifestação da história da Páscoa.
Nunca me esqueci de um incidente relata¬do por Patt Barnes, de Milwaukee, que con¬tou de uma idosa vendedora de flores que conheceu e que lhe ensinou o segredo dos "três dias". Patt ficou tão impressionado com a visível alegria da velhinha, que comentou com ela que sua vida devia ser totalmente isenta de problemas e dificuldades. Não, não — disse ela — tivera os mesmos proble¬mas que qualquer outra pessoa, mas sabia que cada um deles tinha dentro de si uma força viva de ressurreição. Quando Jesus morreu, tudo pareceu negro, mas três dias depois, ocorreu a ressurreição.
"É por isso que sou feliz", disse ela. "Eu conheço o segredo. Quando lhe sobrevier qualquer dificuldade, dê a Deus um voto de confiança: espere três dias."
Podemos fazer com que uma derrota apa¬rente se transforme em vitória através da confiança no princípio da ressurreição. Esse tempo de espera pode não ser exatamente três dias, mas o princípio é verdadeiro. E assim como o seu protótipo bíblico (a Páscoa) não foi um evento passivo, assim também é esse tipo de espera. Nela também, alguma coisa tem que morrer — geralmente é a preocupação ou a tentativa de resolver o problema nós mesmos.
Alguns anos atrás, uma amiga minha de Washington falou-me a respeito da oração que ela estava fazendo em favor de seu filho, que então tinha dez anos de idade.
"Eu já estou começando a orar para que Deus prepare uma esposa para Bobby — a esposa certa. Peço a Deus que ela seja prote¬gida do mal; peço em favor de seu cresci¬mento, tanto físico como espiritual", contou-me.
Aquilo era novidade para mim. Mas a idéia me pareceu tão certa que comecei a fazer o mesmo. Durante alguns dias, todas as manhãs, eu trabalhei na formulação daquela oração criativa, o tipo que, eu sabia por experiência, Deus se agrada em atender. Perguntei a mim mesma: "Quais seriam as características de espírito, mente e coração da jovem ideal para meu filho?" Eu não estava muito preocupada com exteriores — se seria loura ou morena; naturalmente, a beleza interior se refletiria no exterior.
E assim, detalhe por detalhe, e com bas¬tante clareza, os traços da moça ideal, por mim imaginada, foram sendo postos no pa¬pel. O mais importante era que ela conheces¬se a Jesus Cristo pessoalmente, e o amasse de todo o coração. Deveria ser inteligente e ter cultura bastante para que houvesse entre ambos um estímulo intelectual. Teria que ter alegria de viver, sendo de humor, e aquele jeitinho especial, e assim por diante.
Depois, quando o retrato já parecia estar completo, certa manhã eu o confiei ao Se¬nhor, pedindo-lhe que corrigisse as falhas, e o tornasse realidade para Peter, em seu tempo certo e à sua maneira. A seguir, eu o enterrei, por assim dizer, entre as páginas da mesma Bíblia velha, como um lavrador coloca a semente na terra.
Nos anos que se seguiram, tive que lutar para não desenterrar a semente, vez por outra, para ver como estava-se saindo, à medida que as garotas iam passando pela vida de Peter. Muitas eram bonitas; outras eram mais difíceis de se aceitar. Mas, por fim, o tempo da espera criativa se encerrou quando Peter John estava a meio de seu curso do Seminário de Princeton. O nome da jovem era Edith.
Algum tempo depois que Edith e Peter já estavam noivos, encontrei aquelas anotações e pude ver, com grande admiração, que ali estava, detalhe por detalhe, uma descrição de Edith. E naturalmente, como sempre, Deus acrescentara mais alguns dividendos. Ela era alta, como Peter; loura, como ele, e ótima cozinheira. Que homem não gostaria de uma jovem assim? Ela era forte fisicamente e dona de uma alegre vitalidade. Além disso, gostava muito de jardinagem, trabalhos ma¬nuais e outros passatempos que ele também apreciava. Gostei dela imediatamente, e nun¬ca cesso de agradecer a Deus por uma tão maravilhosa resposta para a misteriosa e triunfante oração de espera.

ORAÇÃO: ENQUANTO ESPERO
Senhor Jesus, tu queres que eu fale pala¬vras sinceras; de qualquer forma, nenhum pensamento meu está oculto de ti. Fico per¬plexo com o cronograma do Pai. Tu sabes há quanto tempo estou orando acerca de ............................ e já tentei ser paciente para esperar a res¬posta. Mas Senhor, por que a tua providên¬cia se move tão lentamente?
Eu sei que as estações vêm e vão em majestosa seqüência. A terra gira em torno de seu eixo num ritmo predeterminado. Ne¬nhuma oração pode modificar esta situação. Eu sei que os Teus caminhos não são os meus caminhos; tua hora não é a hora que eu escolheria. Mas Senhor, como é que eu, que sou tão condicionado às coisas terrenas, posso chegar a uma união perfeita com o ritmo da eternidade?
Quero ser maleável. Existe alguma coisa que Tu queres ensinar-me, algum empecilho que queres remover, alguma mudança que queres operar em mim ou em minhas atitu¬des, para que a oração possa ser respondi¬da? Dá-me a bênção de olhos para ver, de ouvidos que ouçam o que tens a dizer-me.
Vem, Senhor Jesus, e habita em meu coração. Como estou alegre de saber que a resposta de minha oração não depende absolutamente de mim. E quando eu permaneço em ti, serenamente, e deixo tua vida fluir para mim, que maravilha é saber que o Pai não vê minha paciência em farrapos nem minha fé insuficiente, mas apenas a tua paciência, Senhor, e a tua confiança de que tudo está sob o controle do Pai.
Em tua fé, eu te agradeço desde já pela resposta à minha oração, uma resposta que será mais gloriosa do que eu imagino. Amém.